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Notícias: Fique por dentro “O Segredo do Sucesso de uma Empresa está no seu comportamento com o Cliente”. Através de pesquisa aos grandes portais de informação, a ECOFLEX TRADING, identifica os principais fatos que se destacam no mercado, disponibilizando-os para que seus clientes estejam sempre bem informados. Americana: Álcool sobe 35,8% em menos de um mês. Em menos de um mês o preço do álcool nas cidades que compreendem a RPT (Região do Polo Têxtil) - Americana, Santa Bárbara d´Oeste, Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia - subiu 35,82%, passando de R$ 1,030 no final de junho, para R$ 1,399 - valor comercializado atualmente. Segundo o presidente do Recap (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) de Campinas e Região, Flávio Campos, o mercado é quem determina o preço do álcool. "Se aumenta a demanda, aumenta o preço. É uma cadeia, não existe uma regra", afirmou. Análise do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), divulgada ontem, aponta que, após os preços subirem de forma expressiva por uma quinzena, a baixa liquidez verificada na semana passada fez com que o valor do etanol no mercado paulista permanecesse estável nos últimos dias. Distribuidoras consultadas pelo Cepea, já abastecidas, acabaram adquirindo apenas pequenas quantidades de etanol, quando havia necessidade. "Parte das usinas, por sua vez, elevou ligeiramente a disponibilidade de etanol no mercado, devido à necessidade de fazer caixa e ao clima favorável ao processamento da cana", traz trecho da análise. Entre os dias 12 e 16 de julho, pesquisa semanal realizada pela Cepea mostrou que os preços se aproximavam dos registrados no início de abril deste ano (em termos nominais), quando começou a safra no Centro-Oeste. O etanol anidro fechou a R$ 0,9431 o litro (sem impostos), alta de 5,1% sobre a semana anterior. Para o hidratado, o indicador fechou a R$ 0,8245 o litro (sem impostos), aumento de 6,75% no mesmo período. MOMENTOS DISTINTOS Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado teve dois momentos diferentes naquela semana. No início do período, as cotações foram impulsionadas pela demanda elevada. Entre quarta e sexta-feira, porém, a negociação foi mais lenta, com distribuidoras adquirindo apenas pequenas quantidades, o que estabilizou os preços. O Liberal - Americana/SP Cana para moer fica abaixo do previsto na safra. A oferta de cana-de-açúcar será menor do que o previsto inicialmente neste ano na região centro-sul. Consequentemente, a moagem industrial também vai ser menor. O quanto menor ainda não dá para saber, diz Antonio Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). "Vai depender da política de atuação de cada empresa." A previsão inicial da Unica de oferta de cana era de um total de 622 milhões de toneladas nesta safra, principalmente devido ao início de novos projetos. Já a moagem industrial estava estimada em 595 milhões de toneladas. Esses números não devem ser alcançados. Mas, apesar dessa redução, não haverá falta de produtos, tanto de açúcar como de álcool, diz Padua. A moagem menor será compensada por um rendimento maior da cana. Pelos cálculos iniciais da Unica, a moagem cresceria 10% nesta safra 2010/11 e a ATR (Açúcares Totais Recuperáveis), 7%. Ou seja, a oferta de produtos (álcool e açúcar) aumentaria 17%. Os novos números não indicam crescimento da moagem -até uma leve queda-, mas o rendimento da cana, que era previsto em 138 quilos por ATR, deve superar 140. Ou seja, a oferta de álcool e de açúcar deve superar em 15% a da safra anterior. Padua diz que a moagem de cana foi muito acelerada no primeiro semestre e que a partir de agora muitas usinas vão entrar em áreas de cana que ainda não está pronta para o corte -"não completou o ciclo", diz ele. As usinas vão ter de optar entre moer a matéria-prima -e obter uma produtividade menor- ou deixar essa cana para a próxima safra. Ainda cresce A demanda por álcool continua crescendo no país, diz o diretor da Unica. Em algumas regiões, onde o hidratado não é tão competitivo, haverá uma opção maior dos consumidores pela gasolina, o que eleva a demanda de anidro, misturado a esse combustível. Recuperação O faturamento do setor de fertilizantes deve crescer 28,1% neste ano no Brasil. A disponibilidade de crédito agrícola, a recuperação externa dos preços e a fraca base de comparação com 2009 são os principais motivos da aceleração, segundo avaliação da consultoria Lafis. Quanto vende A produção interna esperada para este ano, de acordo com a consultoria, é de 9,1 milhões de toneladas. Já as importações somam 13,8 milhões. As vendas internas de fertilizantes podem atingir 23,1 milhões de toneladas, um aumento de 2,7% em relação a 2009. Crescimento Para Marcelo Balloti, analista da Lafis, o biênio 2011 e 2012 terá crescimento de 5,7% e 2,3%, respectivamente, na produção interna. A importação deve aumentar 29,6% e 9,2%, devido à demanda crescente. FMC A empresa divulgou nos EUA lucro líquido de US$ 143 milhões até junho, 3% a mais do que em 2009. Trigo sobe Seca na Europa e previsão de corte nas exportações da Rússia empurraram para cima os preços do cereal ontem(28) nas Bolsas internacionais. Em Chicago, o primeiro contrato foi a US$ 3,76 por bushel, com alta de 3,45% no dia. Com caixa Com as contas mais em dia, os produtores de arroz exigem um valor maior pelo cereal. A saca subiu 2% ontem, indo a R$ 27,5. Folha de S. Paulo Empresa quer lançar biocombustível de microalgas no Brasil até 2015. A empresa Algae Biotecnologia anunciou que pretende lançar comercialmente no Brasil, dentro de 5 anos, um biocombustível a base microalgas, destinado ao mercado da aviação. O projeto piloto está sendo preparado para ter início em 2013. O anúncio foi feito no 1° Seminário Microalgas, que aconteceu recentemente em São Paulo, realizado pela própria Algae Biotecnologia, empresa que cultiva microalgas no Brasil. A Algae integra o Grupo Ecogeo, que inclui empresas de remediação ambiental, mercado de carbono e energias renováveis. De acordo com a assessoria da empresa, ainda não existe um indústria de biocombustíveis a base de microalgas no Brasil e a Algae está reunindo conhecimentos e tecnologias para iniciar um projeto piloto dentro de três anos. Em 2009, a Algae recebeu um investimento de R$ 5 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), da Finep (Agência Financiadora de Estudos e Projetos) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). As microalgas são microorganismos cultivados inicialmente em reatores onde são alimentadas por nutrientes e CO2 para que sua população dobre a cada dois dias. O resultado é uma grande quantidade de biomassa rica em óleo que pode ser extraído e transformado em biodiesel e bioquerosene para aviação. Além de serem matéria-prima para a fabricação de biocombustíveis, esses microorganismos pode contribuir para a mitigação do efeito estufa, já que assimilam o CO2 da atmosfera por meio da fotossíntese e seu cultivo pode aproveitar os subprodutos de atividades agrícolas como substrato. "O cultivo de microalgas pode ser integrado a usinas de açúcar e álcool, com a utilização de subprodutos da produção do etanol, como a vinhaça. Esta integração permite a economia de insumos fósseis para a produção de biodiesel de microalgas", destaca Reinaldo Bastos, professor do Centro de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de São Carlos. A biomassa bruta originada nos cultivos de microalgas pode ser utilizada como substrato para biodigestores gerando biogás e biofertilizantes ou na alimentação animal, já que o material contém proteínas, explicou Sérgio Goldemberg, gerente técnico da Algae Biotecnologia. Esses microorganismos também podem ser usados no tratamento de águas residuais de processos industriais, como a desintoxicação biológica e remoção de metais pesados. "O cultivo de microalgas integrado às Estações de Tratamento de Efluentes ajuda na despoluição", afirmou o pesquisador Paulo Vagner dos Santos, da Universidade de São Paulo (USP). 1° Seminário Microalgas O 1° Seminário Microalgas teve como propósito reunir pesquisadores e divulgar as possibilidades tecnológicas e econômicas do uso dessa matéria-prima como a produção de biocombustíveis, as possibilidades tratamento de efluentes e a retirada carbono da atmosfera. Durante o encontro, que reuniu pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras, Maria Ghirardi, professora da Colorado School of Mines falou sobre os avanços obtidos no Laboratório Nacional de Energias Renováveis (NREL, sigla em inglês), instituição norte-americana considerada uma das pioneiras em pesquisas com microalgas para produção de biocombustíveis. A busca por energia alternativa têm sido uma constante em muitos países e segundo a professora, nos EUA as pesquisas com microalgas têm como objetivo a produção de hidrogênio. "O gás hidrogênio oferece grandes vantagens por ser renovável, ter uma combustão limpa, já que seu único resíduos é a água e principalmente porque sua produção não concorre com a agricultura", disse a professora. Revista Sustentabilidade Preço do etanol segue estável depois de consecutivas altas. Indicador referente ao anidro foi de 0,95 /litro Com a baixa liquidez verificada na semana passada, os preços do etanol no mercado paulista ficaram praticamente estáveis, segundo pesquisas do Cepea. Vale lembrar que os preços subiram de forma expressiva por uma quinzena. O Indicador CEPEA/ESALQ do anidro foi de R$ 0,9516/litro (sem impostos) no período de 19 a 23 de julho, alta de 0,9% sobre o anterior. Para o hidratado, o Indicador semanal CEPEA/ESALQ recuou ligeiro 0,53% no mesmo período, com a média a R$ 0,8201/litro (sem impostos). Distribuidoras consultadas pelo Cepea, já abastecidas, acabaram comprando apenas pequenas quantidades de etanol, quando havia necessidade. Parte das usinas, por sua vez, elevou ligeiramente a disponibilidade de etanol no mercado, devido à necessidade de "fazer caixa" e ao clima favorável ao processamento da cana. EPTV |