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Notícias: Fique por dentro “O Segredo do Sucesso de uma Empresa está no seu comportamento com o Cliente”. Através de pesquisa aos grandes portais de informação, a ECOFLEX TRADING, identifica os principais fatos que se destacam no mercado, disponibilizando-os para que seus clientes estejam sempre bem informados. Preço cai e álcool volta a ser vantajoso em vários postos . O preço do álcool caiu 6,5% nos postos da capital em menos de 30 dias. Ontem, o combustível derivado da cana-de-açúcar era vendido por, em média, R$ 1,778. Levantamento feito pelo InformEstado, departamento de pesquisa do Grupo Estado, apurou que em 11 dos 24 postos visitados tornou a ser mais vantajoso abastecer o veículo bicombustível com etanol. Em um deles, o produto era oferecido por R$ 1,599. A gasolina também baixou. A redução foi de 1,6%, R$ 0,04 por litro. O preço médio do combustível passou de R$ 2,573, em 1º de fevereiro, para R$ 2,531. Voltando ao álcool, o recuo nos preços foi registrado em 80% dos postos pesquisados. A queda foi de, em média, R$ 0,12 por litro, mas há vários casos em que o preço baixou R$ 0,20. Em um dos estabelecimentos consultados, o valor do combustível vegetal caiu R$ 0,30 em um mês. Segundo o presidente do Sincopetro, José Alberto Paiva Gouveia, os preços cairão ainda mais a partir da segunda quinzena. Nos carros flexíveis, para valer a pena, o litro do etanol tem de custar, no máximo, 70% do preço do da gasolina. Basta dividir o menor pelo maior a fim de obter o resultado. Agência Estado Fipe: etanol deixa posto de vilão da inflação em março. O etanol combustível, um dos vilões da inflação no primeiro bimestre do ano, já começa a dar sinais de alívio no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe. Na primeira quadrissemana de março, o preço do etanol registrou queda de 0,96%, depois de várias semanas seguidas em alta expressiva. No fechamento de fevereiro, o etanol havia subido 0,14% e, na leitura anterior, 4,51%. A queda do preço do álcool também contribui para o alívio do preço da gasolina, cujo reajuste neste início de ano foi explicado pelo movimento de alta do álcool. Na primeira quadrissemana de março, a gasolina sofreu reajuste de preço, mas em intensidade bem inferior à observada em fevereiro. Nesta leitura, a alta da gasolina foi de 0,77%, ante 1,62% no fechamento de fevereiro e 1,72% na terceira quadrissemana do mês passado. Na capital paulista, os preços da gasolina nos postos estão em torno de R$ 2,40 e R$ 2,35 por litro e os do etanol são praticados entre R$ 1,65 e R$ 1,70 por litro, o que torna indiferente para o bolso do consumidor utilizar etanol ou gasolina no tanque dos carros flex. Mas no interior paulista o etanol já está ligeiramente mais competitivo que a gasolina nos postos de combustíveis. Em cidades como Ribeirão Preto, Campinas e Limeira, enquanto a gasolina segue em média entre R$ 2,50 e R$ 2,60 por litro, o etanol é cobrado entre R$ 1,50 e R$ 1,60, o que torna o hidratado mais competitivo que o combustível fóssil. Para o coordenador do IPC da Fipe, Antônio Comune, o etanol deve seguir em queda, enquanto a gasolina tende a mostrar desaceleração ao longo de março. Esse fator e o fim do impacto do reajuste dos transportes públicos sobre a inflação explicam a projeção de alta modesta para o grupo Transportes, de 0,08% no mês. Em fevereiro, esse grupo subiu 1,14%. Agência Estado Preço do álcool cai R$ 0,10 nos postos do Grande ABC. Os postos de combustível do Grande ABC já estão vendendo o álcool a preço mais baixo. Desde ontem é possível observar redução de R$ 0,10 no litro do etanol. Embora a ANP (Agência Nacional do Petróleo) ainda não tenha os número oficiais, já que a pesquisa é feita semanalmente, a reportagem do Diário percorreu diversos postos entre as cidades de Santo André, São Bernardo e São Caetano e notou que o álcool na bomba está saindo, em média, R$ 1,68, com preços variando entre R$ 1,59 e R$ 1,79. Em alguns postos, esta já é a segunda redução em duas semanas, acumulando baixa de até R$ 0,20. A gasolina, por sua vez, segue com seu custo estável, sendo comercializada em média por R$ 2,44, oscilando entre R$ 2,29 e 2,59. A diferença entre o valor dos dois combustíveis ainda é pequena, entretanto, e, para descobrir o que é mais vantajoso, nada melhor do que carregar calculadora no veículo. A variação entre os valores não deve passar de 70%. E, considerando o etanol a R$ 1,68 e a gasolina a R$ 2,44, tem-se relação de 69%. Para saber o que vale a pena em seu posto, basta multiplicar o preço da gasolina por 70%. Multiplicando R$ 2,44 por 70%, tem-se R$ 1,70. Ou seja, até este valor, compensa abastecer com etanol. Para Toninho Gonzalez, presidente do Regran (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do ABCDMRR), a tendência é que o álcool baixe mais R$ 0,10 até o fim do mês e estabilize em média de R$ 1,59 nos próximos dois ou três meses. O melhor a fazer para quem possui carro flex, na opinião de Gonzalez, aproveitando a pequena diferença entre os combustíveis, é abastecer metade com álcool e metade com gasolina. "Flex não é para andar só com álcool, é para misturar. Fazendo isso, o motorista terá até 80% do rendimento que se obtém somente com a gasolina e gastando menos." Em seu posto, o Don Pepe, em Santo André, ontem ocorreu a segunda redução consecutiva, passando de R$ 1,99 a R$ 1,79. A gasolina, entretanto, permaneceu em R$ 2,59. No cruzamento dos Três Postos, em São Bernardo, aconteceu a mesma coisa. De R$ 1,79, o álcool passou a R$ 1,64. A gasolina segue sendo vendida a R$ 2,45. No Auto Posto Retorno, da mesma cidade, o combustível da cana passou de R$ 1,79 para R$ 1,69 e o de petróleo sai por R$ 2,49. "A diferença é mínima e hoje quem abastece com álcool ganha cerca de R$ 0,16 a mais do que se abastecer com a gasolina", calcula o frentista Manoel Rodrigues, que trabalha no mesmo posto há 10 anos. "É sempre a mesma coisa, quando entra março o combustível começa a ficar mais barato e segue assim até julho. No ano passado, à essa época o álcool saía por R$ 1,60, chegando a quase R$ 1 em julho", conta. No Auto Posto Capuava, em São Caetano, a redução do custo do etanol ainda não chegou, mas o preço caiu ontem por conta da concorrência. "Certamente no meu próximo pedido virá mais barato. Mas não posso esperar, senão perco clientes", conta o gerente Robson Nunes. Lá, o álcool agora está sendo vendido por R$ 1,59, e a gasolina, a R$ 2,29. Para quem não quer arriscar migrar de um combustível para o outro, ele recomenda abastecer pelo menos 20 litros de gasolina e o restante de etanol. O Auto Posto Rimawe, da mesma cidade, também baixou ontem de R$ 1,89 para R$ 1,79. "Esperávamos que o álcool ficasse mais barato somente lá para o dia 20, mas isso foi antecipado. Sinal de que o preço vai cair mais", diz o gerente Luís Gonçalo. Diário do Grande ABC PR: Etanol recupera vantagem sobre a gasolina em Curitiba. A última pesquisa de preços dos combustíveis promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em postos de todo o País, feita na semana passada, detectou uma baixa de 7,2% nos preços do etanol e 3,2% nos valores da gasolina, nos postos do Paraná, no período de quatro semanas. A pesquisa, no entanto, ainda não detectou a baixa mais recente que os motoristas já vêm percebendo nos preços anunciados pelos postos, e que faz com que, na capital, o etanol já seja, de novo, mais vantajoso que a gasolina. E ainda há mais espaço para quedas no combustível derivado da cana-de-açúcar. Pela pesquisa da ANP, na semana entre os dias 7 e 13 de fevereiro, no Estado, o litro do etanol custava, em média, R$ 1,918, e o da gasolina saía por R$ 2,574. Já na semana passada, os preços caíram, respectivamente, para R$ 1,780 e R$ 2,492. Mas em uma rápida pesquisa em alguns postos da capital, ontem, o litro do etanol já podia ser encontrado a menos de R$ 1,60, enquanto a gasolina, que também está mais barata, era encontrada a até R$ 2,39. Com o derivado do petróleo a esse valor, o etanol já seria mais vantajoso se custasse R$ 1,67, ou seja, 30% menos que a gasolina. Mas, nos valores levantados pela reportagem, o preço do etanol já era cerca de 33% mais barato que o da gasolina. Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis no Paraná (Sindicombustiveis-PR), Roberto Fregonese, os próximos 45 dias devem ser de sucessivas quedas no preço do etanol. "Vai cair mais ainda", diz Fregonese, em relação ao etanol. No caso da gasolina, no entanto, ele explica que a redução nos preços é atípica. "Como já tem gente migrando para o álcool, a baixa é para tentar segurar o consumidor na gasolina", observa. Para ele, porém, há pouco espaço para mais descontos no derivado de petróleo nas bombas. Distribuição O levantamento da ANP também mostra que as distribuidoras não vêm reduzindo seus preços na mesma proporção que os postos. No mesmo período, as distribuidoras baratearam o etanol em 6,6% e a gasolina, em 2,5%. Assim, a margem média de lucro dos postos caiu de R$ 0,197 no início de fevereiro, para R$ 0,172 na semana passada, no caso do etanol, e de R$ 0,254 para R$ 0,229, no caso da gasolina. A redução já reflete um barateamento dos preços do etanol comercializado pelas usinas. Na semana passada, o presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), Anísio Tormena, afirmou a O Estado que a redução se deve à proximidade da nova safra, que está sendo antecipada, este ano, de abril para março. Segundo ele, muitas unidades que ainda vinham estocando etanol remanescente da última safra começaram a soltar o produto no mercado. Paraná online Selo social. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome suspendeu o Selo Combustível Social da produtora de biodiesel Brasil Ecodiesel. Em 2007, essa empresa não utilizou a porcentagem obrigatória (50%) de produtos de origem de agricultura familiar. Sem o Selo, a Ecodiesel fica impossibilitada de participar dos leilões de biodiesel organizados pela Agência Nacional do Petróleo. Atualmente, a empresa usa apenas soja como matéria-prima para a produção de biodiesel, já tendo abandonado os projetos de oleaginosas alternativas. Em 2009, a Brasil Ecodiesel obteve o maior lucro de sua história. Agência Estado Galp constrói fábrica de biodiesel. Palavra de ordem: energias renováveis. Sócrates assina hoje, quinta-feira, diversos acordos com Moçambique para as áreas eólica, solar e mini-hídrica. Isto no dia em que anuncia ao Governo de Maputo que Portugal vai vender os 15% que ainda detém na barragem de Cahora Bassa. A Galp Energia assina hoje um acordo com a Petromac (firma estatal de Moçambique para a área dos combustíveis) com vista à constituição de uma empresa para a área dos biocombustíveis. Ao JN, Fernando Gomes, administrador da petrolífera, explicou que a "Galp, através da Mozamgalp, vai ceder uma participação à Petromac" - a nova empresa será detida em partes iguais - e revelou ser objectivo da nova entidade construir uma fábrica de raiz para os biocombustíveis em Moçambique. Para já, a área de produção de Jatropha será de dez mil hectares, eleváveis para os 50 mil. Quanto a valores, o administrador disse que o acordo ainda estava a ser ultimado. O anúncio será feito durante a tarde de hoje depois de, logo de manhã cedo, em Tete, José Sócrates anunciar que o Estado português vai vender os 15% que detém em Cahora Bassa a um consórcio de empresas portuguesas, ao que tudo indica lideradas pela EDP e/ou REN. Feitas as contas, e tendo por base o valor pago aquando da transferência dos 82% do capital português para o Estado moçambicano em Outubro de 2006, o negócio deverá rondar os 150 milhões. Relativamente às renováveis, será assinado um acordo entre a FUNAE - Fundo Nacional de Energia e a Self Energy Moçambique (participada pela Visabeira) para a instalação de sistemas térmicos em hospitais rurais, escolas e centros de saúde e bombeamento de águas para centros de saúde. Está ainda prevista a instalação de mini-hídricas e eólicas em aldeias moçambicanas, num investimento da ordem dos 30 milhões, a três anos. Por último, vão ser investidos cerca de 4,5 milhões de euros num "atlas de energias renováveis" com vista ao mapeamento do país. Durante o dia de ontem, destaque para o anúncio de que Portugal vai construir pequenas centrais fotovoltaicas para abastecer hospitais e escolas e para a duplicação da linha de crédito para 400 milhões, apoiada pela Caixa Geral de Depósitos e que visa financiar investimentos em infraestruturas em Moçambique, com a participação de empresas portuguesas. Foram ainda assinados acordos com vista à cooperação técnico-militar e ao combate às alterações climáticas. E memorandos de entendimento para as áreas da cultura, educação e transportes e comunicações. R7 |